São Paulo | Condé Nast Traveller

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Sempre temos um olhar muito específico quando vivemos e estamos inseridos em uma cultura e um olhar vindo de fora sempre nos faz abrir os olhos para coisas que vez ou outra, por estarem sempre “ali”, acabam passando despercebido. É exatamente essa sensação que tenho quando gringos escrevem sobre o Brasil ou até mesmo um simples elogio a pequenos detalhes. Vejo a quantidade de estrangeiros que vão até a Cozinha 212 e se encantam com o que eu e Stefan planejamos por longos 10 anos em conversas de bar, sempre com uma risada no fim por até então ser algo muito, mas muito distante. Confesso que houve uma noite no restaurante em que o nosso balcão estava recheado de franceses, alemães e holandeses. As diferentes línguas eram faladas e aquilo nos encheu de orgulho. Sem contar a turma de portugueses capitaneada por Luiz Pedro Almeida que passa por lá semana sim, semana não com elogios pela simplicidade da comida e pelos coquetéis que agradam os seus paladares, além do ambiente sem muita formalidade visto em inúmeros lugares de sua terra natal.

É difícil explicar essa sensação e agradeço aqui o carinho de sempre!

 

Durante a copa do mundo do Brasil conheci a inglesa Lauren Holmes que estava organizando a Casa Fat Radish, o restaurante de temporada de um dos restaurantes mais legais de NYC durante a tal Copa – e que copa! De volta a Londres, recebi uma mensagem dela dizendo que estava vindo a São Paulo e que queria conversar comigo para entender mais sobre Pinheiros. O resultado? Uma matéria linda sobre compras pelo bairro na Condé Nast Traveller. A versão impressa já foi e por fim, a digital está entre nós.

Agradeço aqui o carinho por estar como um local insider na matéria, além da foto de Nicole Franzen, fotógrafa americana que gosto muito e passou uma tarde comigo no 212 e roletando em um fusca de 1972. Cheers!

 

Para ler a matéria na íntegra, clica aqui.

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